Por Pe. Gottardo,SJ

O 8° dia da Novena em honra a Santa Paulina aconteceu, ontem (5/07), na capela Santos Mártires das Missões (Frederico), reunindo todos os grupos que participam da Novena. O encontro foi uma festa singela! Várias Irmãs e os dois padres do Santuário estavam presentes. Nota-se a alegria e a atitude fraternal das pessoas em torno da imagem da Santa que nasceu na Itália, mas cresceu e se santificou nas terras neotrentinas.

A celebração litúrgica da memória da primeira Santa brasileira, acontecerá no próximo dia 8 de julho, no magnífico Santuário a ela dedicado, mas já se vive o clima efusivo da festa. A capela nunca ficou tão apinhada de pessoas. Portanto, a festa de Santa Paulina já começou… Uma “jardineira” com motor de Tobata devidamente enfeitada cadenciou a carreata até a capela. E como foi divertido!  É muito belo observar o encantamento e o entusiasmo das pessoas ao celebrar a vida/história de Santa Paulina.  

A vocação à santidade é o maior desejo de Deus: “Sede santos, porque sou santo!” (cf. 1Pe 1,15-16). Alguém pode imaginar que ser santo signifique submeter-se a ferozes penitências, passar noites inteiras ajoelhados, mortificar-se, experimentar êxtases na oração, etc. Ser santo implica fundamentalmente em buscar e realizar a vontade de Deus, ou seja, adotar o estilo de vida do Senhor Jesus como horizonte de uma vida sensata, feliz e fecunda.

Um dos desejos que inflamava o coração de Santa Paulina era a vida missionária para que Jesus fosse “conhecido, amado e adorado por todos, e em todo o mundo”. Paulina se santificou sendo fiel a Deus a ao seu coração; sendo pobre ajudou a muitos pobrezinhos, sendo simples edificou a muitos. É missão intransferível da Igreja evangelizar. É a missão de todo batizado tornar Jesus mais conhecido e amado. Façamos a nossa parte!

 

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