Por Mauro A. Costa

A 30ª Assembleia Arquidiocesana contou com a presença maciça de lideranças das 70 paróquias que compõem a arquidiocese de Florianópolis: leigos e leigas, religiosas e religiosos, diáconos permanentes e padres. Com todos, fez-se presente o nosso bispo, D. Wilson Tadeu Jünck, que acolheu a todos e realizou a abertura desse grande evento eclesial. De nossa paróquia estiveram presentes o pároco, Pe. Roberto, a sra. Eunice, Coordenadora do CPP, a sra. Enelita, Coordenadora do CPC da Matriz, e o sr. Mauro, Coordenador da Catequese.

Após o credenciamento dos participantes, do café, da oração, da acolhida e das orientações quanto aos trabalhos do dia, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, Pe. Revelino Seidler, passou a palavra ao Pe. Vitor Feler e ao Pe. Rafael para, respectivamente, abordarem seus temas na assembleia. O primeiro apresentou uma memória das assembleias arquidiocesanas, a começar pela primeira, em 1978, destacando nessa o espírito de mudanças que o Concílio Vaticano II estava disseminando em toda a Igreja e, sobretudo, em Santa Catarina. Já o Pe. Rafael, professor na Faculdade Católica de Santa Catarina – FACASC -, apresentou alguns elementos de reflexão para a vida sacramental no contexto em que vivemos.

Logo depois da pausa, por volta das 10h30min, as lideranças trabalharam em grupos, organizados aleatoriamente, para trabalhar as questões sobre a vida sacramental nas paróquias. Um momento rico, onde todos puderam discutir os problemas, compartilhar angústias e ouvir algumas superações. Nesse momento, evidenciou-se também as muitas angústias quanto às problemáticas de fiéis que desejam receber os sacramentos e as propostas de orientações da arquidiocese. Após o almoço, os grupos apresentaram sob a forma de plenária as conclusões a que chegaram e, em assembleia, todos votaram; as decisões tomadas pela Assembleia serão disponibilizadas em agosto pela Coordenação Arquidiocesana.

Finalmente, os trabalhos foram encerrados com uma Celebração presidida por D. Wilson. Nela todos agradeceram por mais esse momento eclesial, no qual o Povo de Deus pode se reunir, congratular-se, discutir e continuar nos trabalhos em prol do Reino de Deus na Arquidiocese de Florianópolis.

 

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